sábado, 4 de janeiro de 2014

MORDOMIA FINANCEIRA

Considerando que tudo pertence a Deus, deve-se entender que o salário do ser humano também. Portanto, os 10% do dízimo, ofertas e ofertas alçadas na realidade é entregar o que é dEle. Em Malaquias 3:10-12 Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida. Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos. Todas as nações vos chamarão felizes, porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos.

Deus não precisa do dinheiro de ninguém, Ele é o dono do ouro e da prata (Ageu 2: 8: Minha é a prata, meu é o ouro, diz o SENHOR dos Exércitos) o que conta é a obediência e o desapego ao dinheiro, se houver obediência Ele não retarda a sua benção.

Além de entregar o dizimo e as ofertas é preciso saber administrar os 90% restante do salário para que não desperdiçar em supérfluos e ver o salário ir embora.


O apego ao dinheiro pode cauterizar a mente e os sentimentos, embotando valores cristãos e éticos levando o ser humano a cometer atrocidades para manter uma conta bancária recheada, sem se importar com os outros e sem tomar conhecimento das conseqüências para si próprio. 1 Timóteo 6:10 Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.

“Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui” (Lucas 12:15

Porque onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração. Lucas 12:34 

O dinheiro se usado corretamente é benção, ao contrario é maldição quer seja na administração eclesiástica como nos 90% do salário que fica por conta da administração humana. Deus abençoa o dizimista, mas ele precisa aprender a saber fazer uso do dinheiro sem esbanjá-lo em superficialidades.


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