Além dos livros que compõe a bíblia
cristã, existem outros livros bíblicos e não bíblicos que foram encontrados
posteriormente.
Exemplos: Tobias, Judite, Sabedoria de Salomão, Eclesiástico,
Baruque, I e II Macabeus, III Esdras, IV Esdras, A Oração de Manassés, Ester
(cap. 10:4-16:24), Cântico dos Três Santos Filhos (Daniel 3:24-90), História de
Suzana (Daniel cap. 13) e Bel e o Dragão (Daniel cap. 14), Macabeus, Evangelho
de Tiago entre outros..
A Igreja Romana aprovou alguns apócrifos
e inseriu em sua Bíblia
os livros Tobias,
Judite,
Ester,
I Macabeus,
II Macabeus,
Sabedoria,
Eclesiástico,
Isaías,
Baruc
e Abdias.
PSEUDO-EPÍGRAFOS - pseudo-epígrafo significa falsos escritos, ou seja, pseudo: falso e epígrafe: escrito. São eles Livro de Enoque, Os Segredos de Enoque, O Livro dos Jubileus, Os Testamentos dos Doze Patriarcas, Os Oráculos Sibilinos, Os Salmos de Salomão, As Odes de Salomão, O Apocalipse Siríaco de Baruque, O Apocalipse grego de Baruque, A Assunção de Moisés, A Ascensão de Isaias, O Evangelho segundo os Hebreus, O Evangelho segundo Tiago, Os Atos de Pilatos, Os Atos de Paulo e Tecla, Os Atos de Pedro, Epístola de Barnabé e Apocalipse de Pedro
OS MANUSCRITOS DO MAR MORTO
Foram encontrados em 1947 por dois beduínos árabes dentro
de uma gruta na região de Hirbert em Qumran. Os rolos
encontrados dentro dos jarros continham o livro de Isaias de cerca de 150
a 100 a.C, um comentário sobre Habacuque e textos com regras da a
comunidade judaica.
Entre 1952 e 1956, em mais 10 grutas foram encontrados
centenas deles. Segundo a estimativa de alguns estudiosos, o total de textos
localizados chega próximo a 900. Os documentos contendo textos bíblicos e
localizados em Ḥirbet Qumran ultrapassa os 200.
Caverna em Qumran.
FRAGMENTOS DA GUENIZÁ DO CAIRO
Em 1890 foram encontrados em torno de 200.000 fragmentos. O
total de textos bíblicos encontrados é em torno de 10.000. Estes manuscritos
pertenciam à guenizá da sinagoga Bem Ezra, em Fustat, na parte
antiga da cidade do Cairo, no Egito. Guenizá significa
“esconderijo, arquivo, tesouro, armário e depósito na sinagoga”, onde eram
recolhidos os livros bíblicos e litúrgicos, além de objetos rituais em desuso.



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